Consumo e produção responsáveis

Garantir padrões de consumo e de produção sustentáveis.

1,3 biliões
1,3 bilião de toneladas de alimentos são desperdiçadas todos os anos, enquanto quase 2 biliões de pessoas passam fome ou estão desnutridas.
22%
O setor alimentar responde a cerca de 22% do total de emissões de gases com efeito estufa, principalmente devido à conversão de florestas em terras agrícolas.
2 biliões
Globalmente, 2 biliões de pessoas estão acima do peso ou são obesas.
3%
Apenas 3% da água do mundo é potável e os humanos usam-na mais rápido do que a natureza a pode reabastecer.

120 biliões de US$

Se as pessoas em todos os lugares mudassem para lâmpadas com eficiência energética, o mundo economizaria 120 biliões de dólares norte americanos anualmente.
20%
Um quinto do consumo final de energia do mundo em 2013 foi de fontes renováveis.

Alcançar o crescimento económico inclusivo e o desenvolvimento sustentável requer a redução urgente da pegada ecológica através da mudança no modo em que produzimos e consumimos bens e recursos. A agricultura é o setor da economia que mais água utiliza globalmente e a irrigação consome quase 70 por cento de toda a água potável do planeta.

 

A gestão eficiente dos nossos recursos naturais e a forma que nós descartamos resíduos tóxico e poluentes, são metas importantes para alcançarmos esses objetivos. Estimular indústrias, o setor privado e os consumidores a reciclar e reduzir o desperdício é igualmente importante, assim como apoiar os países em desenvolvimento a alcançarem uma economia de baixo consumo até 2030.

 

Grande parte da população mundial consome menos do que o necessário para atender necessidades básicas. Reduzir o desperdício global per capita de alimentos, tanto dos distribuidores como dos consumidores, é importante para criar cadeias de consumo mais eficientes. Isso pode ajudar na segurança alimentar e garantir uma economia mais sustentável.

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Metas do Objetivo 12 Garantir padrões de consumo e de produção sustentáveis
12.1 Implementar o Plano Decenal de Programas sobre Produção e Consumo Sustentáveis, com todos os países a tomar medidas, e os países desenvolvidos assumindo a liderança, tendo em conta o desenvolvimento e as capacidades dos países em desenvolvimento.
12.2 Até 2030, alcançar a gestão sustentável e o uso eficiente dos recursos naturais.
12.3 Até 2030, reduzir para metade o desperdício de alimentos per capita a nível mundial, de retalho e do consumidor, e reduzir os desperdícios de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento, incluindo os que ocorrem pós-colheita.
12.4 Até 2020, alcançar a gestão ambientalmente saudável dos produtos químicos e de todos os resíduos, ao longo de todo o ciclo de vida destes, de acordo com os marcos internacionais acordados, e reduzir significativamente a libertação destes para o ar, água e solo, minimizar os seus impactos negativos sobre a saúde humana e o meio ambiente.
12.5 Até 2030, reduzir substancialmente a geração de resíduos por meio da prevenção, redução, reciclagem e reutilização.
12.6 Incentivar as empresas, especialmente as de grande dimensão e transnacionais, a adotar práticas sustentáveis e a integrar informação sobre sustentabilidade nos relatórios de atividade.
12.7 Promover práticas de compras públicas sustentáveis, de acordo com as políticas e prioridades nacionais.
12.8 Até 2030, garantir que as pessoas, em todos os lugares, tenham informação relevante e consciencialização para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida em harmonia com a natureza.
12.a Apoiar países em desenvolvimento a fortalecer as suas capacidades científicas e tecnológicas para mudarem para padrões mais sustentáveis de produção e consumo.
12.b Desenvolver e implementar ferramentas para monitorizar os impactos do desenvolvimento sustentável para o turismo sustentável, que cria emprego, promove a cultura e os produtos locais.
12.c Racionalizar subsídios ineficientes nos combustíveis fósseis, que encorajam o consumo exagerado, eliminando as distorções de mercado, de acordo com as circunstâncias nacionais, inclusive através da reestruturação fiscal e da eliminação gradual desses subsídios prejudiciais, caso existam, para refletir os seus impactos ambientais, tendo plenamente em conta as necessidades específicas e condições dos países em desenvolvimento e minimizando os possíveis impactos adversos sobre o seu desenvolvimento de uma forma que proteja os pobres e as comunidades afetadas.

Objetivos em ação